Sempre haverá pessoas com pensamentos ou ideias divergentes, porque é inerente ao humano pensar diferente. Enquanto humanos, somos peças de um quebra-cabeças do conhecimento possível.
A dificuldade é quando alguém se fixa numa opinião, num ponto de vista sem prontidão para escutar o outro lado da história. O mundo precisa de pessoas mais flexíveis e abertas ao diálogo, pois assim há crescimento.
Saber escutar uma ideia divergente da sua é estar preparado para aprender e ensinar algo útil para todos.
Nem sempre é fácil administrar as emoções, mas quando há abertura para compreender os interesses que estão no jogo, há a possibilidade de conciliar as diferenças.
Saber conduzir pessoas com pensamentos divergentes é uma arte. Quando duas pessoas discordam em algum ponto, elas polarizam, isso é, se posicionam com pensamentos contrários.
Para gerenciar o conflito é importante evitar a fixação em uma das polaridades, pois o objetivo é conseguir extrair o melhor de cada posição, dando oportunidade para que cada pessoa expresse melhor seus argumentos, reconhecendo o aspecto emocional perturbador do raciocínio.
OS TIPOS DE CONFLITOS
Segundo L. Coser, especialista em conflitos sociais, os conflitos envolvem lutas entre duas ou mais pessoas com relação a valores ou competição por status, poder ou recursos escassos.
Os conflitos alcançam vários níveis de desenvolvimento e intensidade, sendo classificados em: latentes, emergentes e manifestos.
Pessoas expressam as ideias mergulhadas em seus temperamentos.
O problema pode estar no modo de dizer e não naquilo que é dito, gerando alguns conflitos desnecessários.
Cada um constitui uma peça importante que precisa se encaixar para aumentar o conhecimento do coletivo, e alguém deve orientar o encaixe, sem desprezar nenhuma das peças.
A dinâmica dos relacionamentos pode promover incômodos e precisa de alguém que possa gerenciar ou mediar os conflitos.
A mediação é quando uma intervenção cuidadosa pode ser feita para solucionar
O gerenciamento é o cuidado de não intervir e saber evitar que o impasse seja nutrido inutilmente.
Saber quando gerenciar e quando mediar de modo útil, é uma arte que pode ser aprendida.
Por exemplo, quando duas pessoas competentes em suas áreas se desentendem e ambas são imprescindíveis para o negócio, o importante é evitar posicionar-se a ponto de ter que escolher uma delas, contudo é necessário o gerenciamento adequado para minimizar os elementos que nutrem aquela discórdia. Quando se desdramatiza os conflitos, conduzindo as pessoas a exporem melhor suas ideias, se consegue chegar ao diálogo.
Ao administrar uma empresa, saber escutar o parecer de um cliente, conviver bem em família ou em sociedade, exige reconhecer, antes de tudo, os próprios limites para lidar com as diferenças de temperamentos, ideias e interesses, evitando alimentar uma discórdia inútil. Prever cenários e planejar uma ação adequada ou, identificar o estágio do conflito para saber o modo de proceder, é a máxima do gerenciamento de conflitos.
Um importante cuidado é evitar colocar as pessoas que estão em disputa frente a frente, antes delas estarem emocionalmente preparadas para isso. Em resumo, conquiste a confiança delas e consiga ser imparcial para ser justo, ao gerenciar ou mediar os conflitos. Finalizando, é possível admirar uma pessoa e ao mesmo tempo discordar dela, desdramatizando a divergência, pois o conflito ensina algo a todos.
No próximo post vamos abordar sobre a influência dos tipos psicológicos nos relacionamentos.
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